Jonas Jozino

Evandro mata Marines: Ciúme doentio provoca morte no Parque Cuiabá


     A noite, apesar de fria, estava tranqüila na rua R 5, próximo ao Supermercado Nakata, no Parque Cuiabá. Todos os moradores em suas casas, inclusive o casal da casa 9. Os quatro filhos também estavam em casa, assistiam televisão. Por volta das 23 horas, dois deles foram para o quarto dormir, os outros dois, um de 12 anos e outro de 9 anos continuavam na sala vendo a programação de TV.
     
     Os pais, Evandro Souza de Medeiros, 34 anos e Marines Socoloski, 36 anos resolveram espantar o frio, coisa rara em Cuiabá, tomando uma bebida. Conversavam animadamente, faziam planos para a noite, para o futuro. Ela, vendedora, enquanto bebia, falava de suas vendas. Ele, autônomo, também aproveitava para planejar as venda do dia seguinte.
     
     Mas, de repente, o telefone celular dela toca. Marines deixa a sala para atender o telefone. Dá um sorriso e começa a falar. Foi o bastante para Evandro, já embalado pela bebida, se tomasse de uma cena de ciúme doentio. Pegou a arma, perguntou para mulher quem era. Ela não respondeu. Evandro não titubeou. Na frente dos filhos, que ainda continuavam na sala, apontou a arma para Marines e disparou três tiros. A viu cair. Olhou para os filhos. Se dirigiu para a porta. Abriu a maçaneta e sem dizer adeus para as crianças foi embora.
     
     Fugiu da cena do crime, ainda reclamando, gritando e sem se preocupar com o choro das crianças que correram para ver a mãe estendida no chão, morrendo na hora.
     
     Agora a polícia procura o assassino Evandro Souza de Medeiros, que fugiu para local ignorado. Marines foi levada para o Instituto Médico Legal enquanto que o filhos ficaram com os vizinhos, assustados com tudo o que aconteceu na casa 9.
     
     Na manhã desta quarta-feira- moradores da rua levaram um susto. é que Evandro, considerado fugitivo pela polícia passou calmamente pela rua, inclusive olhando para o quintal de sua casa. Estava armado, mostrando a prova do crime para todos e continua andando desvairadamente pelo bairro, sem que a polícia o prenda. "Ele passou para se certificar se a mulher estava mesmo morta, se tinha feito o serviço direito", disse uma vizinha.
      Fonte:
Redação 24 Horas News

Um comentário:

Anônimo disse...
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