Rubens de Mendonça

Felicidade

Julguei, acaso, ser felicidade
A grandeza, o poder, a fama, a glória,
Nome aureolado ao Panteão da História
A vã e inútil imortalidade!...

Vi que o poder é uma ilusão inglória...
A riqueza é a força da vontade.
Nome imortal - apenas é vaidade...
A fama neste mundo é transitória!...

Felicidade é coisa diferente,
É uma casinha branca onde a gente
Possa alegre viver com o seu amor!

Felicidade é a mulher querida,
Um filhinho a sorrir - a própria vida,
Vivida no seu cândido esplendor.

Rubens de Mendonça, poeta, historiador, o que marcou nas letras mato-grossenses, além de jornalista e ativista intelectual. Membro da Academia Mato-grossense de Letras e do Instituto Histórico e Geográfico de Mato Grosso.

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