Vagner Braz


­­­­­­­­­­ CASTELNAU[1]






O conhecimento evidencia o tempo
Pois bem, como a história os fatos
Caso não se saiba como empregá-lo
Armazena as palavras e cultiva a poesia
Tal como fazem as mãos do poeta
Ninguém irá interpretar esses poucos versos
Acreditando que o corpo chora
Que a alma ao vê-lo
Esquece
Perde
Voa pelos espelhos do tempo... O fio telegráfico!
É Indubitável o que sinto, neste poema de realizações,
A cidade de Pontes e Lacerda se aformoseia
Transpondo o Vale do Guaporé com grandeza
A Princesa (ou Princesinha para seus consortes) governa
Respira vida e exuberâncias
Viva a nossa Castelnau!



[1] GEN, Frederico Rondon. Pelos Sertões e Fronteiras do Brasil; Sob as ordens de Rondon, o Civilizador. Rio de Janeiro: Peper Editora, 1969.

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